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História

A história do Concelho de Rio Maior é bastante rica, remontando a 1177 a mais antiga referência documental sobre a nossa terra. No documento em anexo fique a conhecer os principais factos históricos associados ao Concelho de Rio Maior

 

  • 1177

    Documento mais antigo que refere a localidade de Rio Maior. Venda por Pêro Baragão e sua mulher Sancha Soares aos Templários da quinta parte no poço e salinas de Rio Maior. MESA CONSCIENCIA E ORDENS N_233-FL.175 (cópia do documento de 1177) - Torre do Tombo

  • 1191

    Do século XII ao Século XVIII, Rio Maior é comenda da Ordem de Avis. Data da confirmação de D. Afonso II, Rei de Portugal de uma carta de composição entre o prior da Igreja de Santa Maria de Santarém e os frades da mesma sobre a repartição dos dízimos de Rio Maior, Azóia, Alcoentre, Calhariz e de vinha que foi de Pedro de Areias.

  • 1527

    A aldeia e freguesia de Rio Maior (termo de Santarém) contam com 93 vizinhos. Primeira contagem populacional ordenada por D. João III.

  • 1561

    A localidade de Rio Maior e o curso do rio figuram no 1.º mapa conhecido de Portugal, da autoria de Fernando Álvaro Seco. (PORTUGALLIAE QUE OLIM LUSITANIA, NOVISSIMA & EXACTISSIMA DESCRIPTIO - Fernando A. Seco - 1560-1 – Biblioteca Nacional Digital)

  • 1619

    Fundação da Albergaria Régia (ou hospital). (PORTUGAL ANTIGO E MODERNO, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de Pinho Leal, (1816-1884), Lisboa: Mattos Moreira, 1878, Vol. 8, p. 200 Biblioteca Municipal Laureano Santos – Rio Maior

  • 1633

    Elevação da aldeia de Azambujeira a vila. Alvará de 27 de maio de 1633 do rei D. Filipe III. Localidade anteriormente pertencente à freguesia de S. João da Ribeira. Constituída por apenas uma freguesia, de invocação de Nossa Senhora do Rosário. Rio Maior nunca pertenceu à Azambujeira, manteve-se sob jurisdição de Santarém até à elevação a concelho em 1836.

  • 1659

    Anexação dos bens do hospital à Santa Casa da freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Rio Maior, deixando de pertencer a Santarém. Alvará de 18 de abril de 1659 do rei D. Afonso VI. A Santa Casa da Misericórdia de Rio Maior já existe ou terá sido constituída nesta data.

  • 1674

    Instituição da Feira Franca de Arrouquelas (dando continuidade a feira e festa que já antes se realizavam, no mesmo local, ao dia 15 de setembro de cada ano). Alvará de 23 de outubro de 1674 do rei D. Afonso VI. A Feira de Setembro de Rio Maior terá dado continuidade à de Arrouquelas, quando esta deixa de se realizar a partir de 1739 (data apontada por alguns autores) e por solicitação apresentada pelas autoridades locais ao rei. No seu Diccionario Geographico, Tomo I, datado de 1747, o Pe. Luiz Cardoso refere que, à época, a feira de Arrouquelas já tinha deixado de se realizar e a Memória Paroquial de Rio Maior, datada de 1758, confirma a existência de uma feira franca em Rio Maior, que decorre a 15 de setembro (como sucedia em Arrouquelas), prolongando-se por três dias.

  • 1680

    O 3.º Visconde de Asseca e as forças vivas da terra lideram um levantamento em Rio Maior para aí erigir vila, chegando a levantar forca e pelourinho. Ata da Câmara Municipal de Santarém de 7 de janeiro de 1680, cit. in A Vila de Santarém (1640-1706): Instituições e Administração Local, de Martinho Vicente Rodrigues, p. 56

  • 1702

    O lugar de Arruda dos Pisões ascende a freguesia (do termo de Santarém)

  • 1758

    A freguesia de São João da Ribeira possui um hospício da Ordem dos Dominicos ou Dominicanos, sujeito ao Convento da Serra de Montejunto de Nossa Senhora das Neves

  • 1791

    1791 Lançamento da Estrada Real D. Maria I, cujo trajeto passa por Rio Maior Alvará de 28 Março de 1791 de D. Maria I Este alvará irá regular as obras que decorrerão nas décadas seguintes e nele se lê: “(…) Ordeno, que além de outras Obras da maior importancia, de que agora o mando encarregar, promova apportunamente o complemento da Estrada até á dita Serra de Rio Maior, para que ella se solide, e uniforme com a que do dito Lugar em diante, até á Cidade do Porto, mando construir debaixo das Regras, Methodo, e Plano geral, que tenho approvado, e vai a pôr-se em prática.”

  • 1794

    Criação de um hospício e fábrica de buréis, por frades franciscanos arrábidos, onde atualmente existem os Paços do Concelho em Rio Maior. Doação feita por D. Anna Micaela do Nascimento aos Religiosos do Real Convento da Arrábida.

  • 1802

    Criado o título de Conde de Rio Maior. Instituído por decreto do príncipe-regente D. João, em nome de sua mãe D. Maria I de Portugal, a 18 de novembro de 1802 e confirmado por carta de lei de 8 de Janeiro de 1803. Foi 1.º Conde de Rio Maior, João Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa Juzarte Figueira (1746-1804), filho de António Saldanha de Oliveira e Sousa, 15.º morgado de Oliveira, e de D. Constança de Portugal. O 4.º Conde, António José Luís de Saldanha Oliveira Juzarte Figueira e Sousa (1836-1891), e seus descendentes, recebem também o título de Marquês de Rio Maior, criado em 19 de Maio de 1886, pelo rei D. Luís I.

  • 1811

    O General Jean-Andoche Junot, 1.ª Duque de Abrantes, é ferido em Rio Maior no contexto da 3.ª Invasão Francesa. No inicio do século passado, a data é comemorada, em Rio Maior, a 11 de fevereiro (O Riomaiorense, 2.ª edição, Ano I, N.º 47 – 20/02/1913), contudo, segundo registos da época o acontecimento terá decorrido durante o mês de janeiro de 1811, apontando-se o dia 19 do mesmo.

  • 1833

    A Rainha D. Maria II é aclamada pela primeira vez em Rio Maior a 10 de agosto.

  • 1828-1834

    Guerras Liberais 1834 – D. Miguel terá pernoitado em Rio Maior, nas vésperas da batalha de Almoster (travada em 18 de fevereiro de 1834), na casa de Joaquim Maria, ferrenho miguelista.

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